Audiovisual tools in technical education: what do the students think about it?

Mauricio Hergemoller, Suzana Feldens Schwertner

Abstract


The digital culture has enabled innovative approaches to communication in society. New professions, such as youtubers and vloggers, have conquered the labor market. In the classroom, teachers attempt to adapt teaching to that reality by stimulating research and knowledge by means of innovative methodologies. This study aims to investigate the use of audiovisual tools in the development of contents proposed by Technical Education teachers at Universidade do Vale do Taquari. Based on a questionnaire emailed to 306 students that have already concluded at least half of the courses, it was possible to analyze how that resource has enabled learning according to the students’ perception. As a descriptive, qualitative research, it aimed to obtain statistical data for a numerical analysis of results. Among the answers from 32 students we found out that part of the interviewed students positively evaluated the use of audiovisual tools in the learning process, as they both facilitate understanding and approach the content in a simple and practical way. It was also possible to understand that most students learned to use these tools by themselves or with the help from their classmates. When the students were asked about their willingness to use audiovisual tools more often in class, more than a half of them gave a positive answer, whether this use would be in theoretical disciplines, paper presentation or as a research instrument. Finally, we have considered the possibilities of articulation and interaction between teachers and students in order to reflect on the influence of the means of communication and information on the pedagogical practice in professional education.

References


Almeida, R. (2018). Cinema, educação e imaginários contemporâneos: estudos hermenêuticos sobre distopia, niilismo e afirmação nos filmes O som ao redor, O cavalo de Turim e Sono de inverno. Educação e Pesquisa, 44, e175009. Recuperado em 27 Setembro 2018, de http://www.scielo.br/pdf/ep/v44/1517-9702-ep-44-e175009.pdf

Ferreira, Giselle Martins dos Santos, & Castiglione, Rafael Guilherme Mourão. (2018). TIC na educação: ambientes pessoais de aprendizagem nas perspectivas e práticas de jovens. Educação e Pesquisa, 44, e153673. Recuperado em 27 Setembro 2018, de http://www.scielo.br/pdf/ep/v44/1517-9702-ep-S1678-4634201702153673.pdf

Gil, A. C. (2006). Didática do Ensino Superior (1ª ed). São Paulo: Atlas.

Hawkins, J. (1995). O uso de novas tecnologias na educação. Revista Tempo Brasileiro, 120 (1), (pp 57-69). Recuperado em 27 Setembro 2018, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_

nlinks&ref=000122&pid=S0101-7330199700020000500008&lng=pt

Jenkins, H. (2008). Cultura da convergência. São Paulo: Aleph.

Marques, C., Mattos, M. I., & La Taille, Y. (1986). Computadores e ensino. São Paulo: Ática.

Moran, J. M., Behrens, M. A., Masetto, M. T. (2013). Novas tecnologias e mediação pedagógica (21ª ed). Campinas: Papirus.

Moran, J. M. (1995). O vídeo na sala de aula. Revista Comunicação & Educação, 2, (pp. 27-35). Recuperado em 27 Setembro 2018, de https://www.revistas.usp.br/comueduc/

article/view/36131/38851

Moran, J. M. (2013). A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá (1ª ed). Campinas: Papirus.

Moreira, M. A. (1990). Pesquisa em ensino: o Vê epistemológico de Gowin. São Paulo: Editora Pedagógica Universitária.

Papert, S. (1994). A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas.

Pinto, A. M. (2004). As novas tecnologias e a educação. In V Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul, Curitiba, Anais SPE, (1-7). Curitiba: Editora da PUC. Recuperado em 25 Setembro 2018, de http://files.novastecnologias9.webnode.com/200000001-1e2d91f276/AS_NOVAS_TECNOLOGIAS_E_A_EDUCACAO.pdf

Prensky, M. (2001). Nativos Digitais Imigrantes Digitais. On the Horizon, 9 (5). Recuperado em 24 Setembro 2018, de http://www.colegiongeracao.com.br/novageracao/2_intencoes/nativos.pdf

Prensky, M. (2010). O papel da tecnologia no ensino e na sala de aula. Conjectura, 15 (2). Recuperado em 25 Setembro 2018, de http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conjectura/article/view/335

Prensky, M. (2010, 08 Julho). O aluno virou o especialista. Revista Época. Recuperado em 25 Setembro 2018, de http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153918-15224,00-MARC+PRENSKY+O+ALUNO+VIROU+O+ESPECIALISTA.html

Pretto, N. (1996). Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. Campinas: Papirus.

Siemens, G. (2004). Conectivismo: Uma Teoria de Aprendizagem para a Idade Digital. Recuperado em 28 Setembro 2018, de http://academia.edu/7573922

Silva, E. M. O. (2014). Como aprende o nativo digital: reflexões sob a luz do conectivismo. Revista Intersaberes, 9 (17), 2014. Recuperado em 24 Setembro 2018, de http://www.grupouninter.com.br/intersaberes/index.php/revista/article/view/545/367

Silva, M. (2011). A docência online: a pesquisa e a cibercultura como fundamentos para a docência online. In Mendonça, R. H. Cibercultura: o que muda na educação. (16-23). Recuperado em 28 Setembro 2018, de https://edumidiascomunidadesurda.files.wordpress.com/2016/05/salto-para-o-futuro-cibercultura-o-que-muda-na-educac3a7c3a3o.pdf




DOI: https://doi.org/10.14571/brajets.v11.n4.660-671



Licensed under :

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 3.0 Unported License.

----------------------------------------------------------------------

Indexing, Scientific Societies and Directories

Logo CAPES Logo periodicos.CAPES Logo Google Scholar

Logo GIF Logo Latindex Logo BASE Logo PKP

Logo DIADORIM Logo IBICT Logo SIS

Logo Gaudeamus Logo ROAD Logo DOAJ