Challenges of integrated secondary education in nursing: design-based research on teaching-learning medication administration mediated by digital information and communication technologies
DOI:
https://doi.org/10.14571/brajets.v18.n4.1180-1203Keywords:
Design based research, Digital Technologies, Integrated educationAbstract
The aim of this study was to develop a Design-Based Research on drug administration in the context from a technical nursing course, using Digital Information and Communication Technologies as mediating tools. Drugs administration is a routine practice for nursing technicians and demands mastery of different types of knowledge, such complexity increases the possibility of errors, which demonstrates the importance of solid training on the subject. This is a qualitative study involving teachers and students of a technical nursing course at a federal school in Rio de Janeiro. The theoretical framework for this work is grounded in the Sociocultural theory and the integrated teaching concept. The results point to the internalization of concepts related to mathematical reasoning and text interpretation, as well as to the reduction of gaps in students' training and the feeling of math phobia.
References
"AIRES, K., BARLEM, J., SOUZA. C., ROCHA,, & HIRSCH, C. (2016). Contribuição da carga de trabalho para a ocorrência de erros de medicação na enfermagem. Rev. enferm. UFPE on line, v. 10, n. 12, p. 4572–4580. Recuperado de https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1031498
BARDIN, L. (2016). Análise de conteúdo. 1a ed. Lisboa: Edições 70.
BARAB, S. (2015). Design-based research: A methodological toolkit for engineering change. In: The Cambridge Handbook of the Learning Sciences, Second Edition. Cambridge, UK: Cambridge University Press, p. 151–170.
BARAB, S., & SQUIRE. K. (2004). Design-based research: putting a stake in the ground. The Journal of the Learning Science, v. 13, n. 1, p. 1–14.
CASTELLS, M. (2008). A Sociedade em Rede, 11 ed. São Paulo; Paz e Terra.
CENCI, A., & DAMIANI, M. (2018). Desenvolvimento da Teoria Histórico-Cultural da Atividade em três gerações: Vygotsky, Leontiev e Engeström. Roteiro, v. 43, n. 3, p. 919–948, 19 dez. https://doi.org/10.18593/r.v43i3.16594
CHAIKLIN, S., & PASQUALINI, J. (2011). A zona de desenvolvimento próximo na análise de vigotski sobre aprendizagem e ensino. Psicologia em Estudo, v. 16, n. 4, p. 659–675.
COFEN. (2021). Enfermagem em números. Disponível em: <http://www.cofen.gov.br/enfermagem-em-numeros>. Acesso em: 26 jun.
COSTA, N., PIVA, T. (2017). Os cálculos utilizados na enfermagem: uma explicação com o auxílio da Educação Matemática. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE EDUCACIÓN MATEMÁTICA VIII., Madri. Anais..., Madri, 2017, p.245-253.
COSTANZI, R., FERNANDES, A., SANTOS,, & SIDONE, O. (2018). Breve análise da nova projeção da população do IBGE e seus impactos previdenciários. Brasília: IPEA.
EDELSON, D. (2002). Design research: what we learn when we engage in design. Journal of the Learning Science, 11(1), 105–121. https://doi.org/10.1207/S15327809JLS1101_4
FEITOSA, M., MARTINS, J., TAVARES, S., LEÃES, P., & OLIVEIRA, C. (2019). A educação profissional e tecnológica na ótica de Lev Vygotsky: pressupostos teóricos e contribuições. Revista semiárido De Visu, v. 7, n. 2, p. 100–115.
FITTIPALDI, C. (2010). Conceitos centrais de vygostky: implicações pedagógicas. Revista Educação, v. 5, n. 2, p. 84–85.
FRIGOTTO, G. (2006). Fundamentos científicos e técnicos da relação trabalho e educação no Brasil de hoje. In: Fundamentos da educação escolar do Brasil contemporâneo. 1. ed. Rio de Janeiro: FIOCRUZ.
GALIZA, D., MOURA, O., BARROS, V., & LUZ, G. (2014). Preparo e administração de medicamentos: erros cometidos pela equipe de enfermagem. Rev. Bras. Farm, v. 5, n. 2, p. 45–50.
GONÇALVES, L., PINTO, A., DUAVY, S., FAUSTINO, R., ALENCAR, A., & PALÁCIOS, M. (2020). O Uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação como Recurso Educacional no Ensino de Enfermagem. EaD em Foco, v. 10, n. 1, p. 1–15. https://doi.org/10.18264/eadf.v10i1.939
GONÇALVES, H., & PIRES, C.(2014). Educação Matemática na Educação Profissional de nível Médio: Análise sobre possibilidades de abordagens interdisciplinares. Bolema – Mathematics Education Bulletin, v. 28, n.48, p. 230-254. https://doi.org/10.1590/1980-4415v28n48a12
KLUG, D., & RAMOS, M. (2013). Saberes de Matemática utilizados por técnicos de enfermagem em sua prática profissional. Revemat: revista eletrônica de educação matemática, v. 8, n. 1, p. 119–137. http://dx.doi.org/10.5007/1981-1322.2013v8n1p119
LAVIN, R., & NAKANO, Y. (2017). Visualizing the concept of the ZPD in Language Education. The Journal of the Graduate School of Language and Literature, v. 10, p. 39–51.
LORENSATTI, E. (2009). Linguagem matemática e Língua Portuguesa: diálogo necessário na resolução de problemas matemáticos 6. Conjectura14, v. 14, n. 2, p. 89–99.
LOUREIRO, V. (2013). Dificuldades na aprendizagem da matemática: um estudo com alunos do ensino médio. Universidade Federal do Espírito Santo.
MATA-PEREIRA, J., & PONTE, J. (2018). Promover o raciocínio matemático dos alunos: uma investigação baseada em design. Bolema, Rio Claro, v. 32, n. 62, p. 781-801, dez. https://doi.org/10.1590/1980-4415v32n62a02
MCKENNEY, S., & REEVES, T. C. (2020) Educational design research: Portraying, conducting, and enhancing productive scholarship. Medical Education, n. February, p. 1–11.
MENDES, V., NASCIMENTO, H., & CATAPAN, A. (2020). Objetos De Aprendizagem: Aplicações Práticas. Revista Paidéi@ - Revista Científica de Educação a Distância, v. 12, n. 21, p. 127–145.
MESSENDER, H., & MORADILLO, E. (2016). O Lúdico no Ensino de Química: considerações a partir da psicologia histórico-cultural. Química Nova na Escola, v. 38, n. 4, p. 360–368.
MORAIS, J., SOUZA, A., & COSTA, T. (2017). A relação teoria e prática: investigando as compreensões de professores que atuam na educação profissional. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, v. 1, n. 12, p. 111. https://doi.org/10.15628/rbept.2017.5720
MOTA, M. (2013). Integração curricular do curso técnico em enfermagem com a disciplina biologia. Universidade Federal do Ceará.
MOURA, D., LIMA, D., & SILVA, M. (2015). Politecnia e formação integrada: confrontos conceituais, projetos políticos e contradições históricas da educação brasileira. Revista Brasileira de Educação, v. 20, n. 63, p. 1057–80.
NASCIMENTO, M., FREITAS, K., & OLIVEIRA, C. (2016). Erros na administração de medicamentos na prática assistencial da equipe de enfermagem: Uma Revisão Sistemática. Cadernos de graduação, v. 3, p. 241–256. Recup de https://periodicos.set.edu.br/cadernobiologicas/article/view/3533/2000
NETO, O. (2014). A Regra de Três nos currículos ao longo da história. SIMPEMAD - Simpósio Educação Matemática em Debate, v. 1, n. 0, p. 105–119.
NOSS, R., HOYLES, C., POZZI, S. (2002). Abstraction in expertise: A study of nurses’ conceptions of concentration. Journal for Research in Mathematics Education, v. 33, n. 3, p. 204–229.
NOGUEIRA, S., VIEIRA, J. (2020). O ensino médio integrado à educação profissional, o currículo e a formação de professores: perspectivas. Revista Cocar, v. 14, n. 28, p. 341–358.
NUNES, T., CARRAHER, D., & SCHLIEMANN, A. (2011). Na vida dez, na escola zero. 16a ed. São Paulo: cortez editora.
OMS - Organização Mundial de Saúde. (2023). Disponível em: https://www.who.int/news-room/speeches/item/who-director-general-s-opening-remarks-at-the-media-briefing---5-may-2023
OHTA, A. (1995). Applying Sociocultural Theory to an Analysis of Learner Discourse: Learner-Learner Collaborative Interaction in the Zone of Proximal Development. Issues in Applied Linguistics, v. 6, n. 2.
OLIVEIRA, J., & SILVA, Y. (2018). Perfil e Percepções Sobre a Prática Pedagógica Do Professor Bacharel Na Educação Profissional. Holos, v. 3, p. 348–366.
https://doi.org/10.15628/holos.2018.6998
PAPERT, S. (1980). Logo: computadores e educação. 1a. ed. São Paulo: Editora Brasiliense.
PIRES, M. (1998). Multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade no ensino. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, v. 2, n. 2, p. 173–182.
RAMOS, M. (2003). É possível uma pedagogia das competências contra-hegemônica? Relações entre pedagogia das competências, construtivismo e neopragmatismo. Trabalho, Educação e Saúde, v. 1, n. 1, p. 93–114.
ROLIM, T., ANGELIM, D., BARBOSA, M., & LIMA, V. (2022), MATOFOBIA: Como tratar este sentimento através de um software. X Encontro Unificado de Computação. Anais.
SANTAELLA, L. (2013). Desafios da ubiquidade para a educação. Revista Ensino Superior Unicamp, v. 9, n. Novas mídias e o Ensino Superior, p. 19–28.
SANTOS, F., NUNES, C., & VIANA, M. (2017). Currículo, interdisciplinaridade e contextualização na disciplina de Matemática. Curriculum, interdisciplinary and contextualization in Mathematics., v. 19, n. 3, p. 157–181. https://doi.org/10.23925/1983-3156.2017v19i3p157-181
SCHMITT, T. (2017). Linguagem matemática e língua portuguesa: poderosas aliadas na superação das dificuldades de interpretação de problemas matemáticos com o auxílio dos objetos de aprendizagem. VII Congresso internacional de ensino da matemática. Anais.
SCHOROEDER, E. (2007). Conceitos espontâneos e conceitos científicos: o processo da construção conceitual em Vygotsky. Atos de Pesquisa em Educação, v. 2, n. 2, p. 293–318.
SILVA, M. (2014). As dificuldades de aprendizagem da matemática e sua relação com a matofobia. [s.l.] Universidade Estadual da Paraíba.
SILVA, I., SABINO, K., & PIRES, I. (2019). Um olhar para as dificuldades de interpretação textual. Scire, v. 17, n. 1, p. 1–22.
SILVA, M., & SANTANA, J. (2018). Erros na administração de medicamentos pelos profissionais de Enfermagem. ACM arq. catarin. med, v. 47, n. 4, p. 146–154.
SZYMANSKI, H. (2011). A entrevista na Pesquisa em Educação. 4a ed. Campinas: Autores associados.
TIBES-CHERMAN, C., WESTIN, U., CHERMAN, E., ZEM-MASCARENHAS, S., & ÉVORA, Y. (2020). Uso de simulação digital no Ensino Técnico de Enfermagem para prevenção de lesões por pressão. Brazilian Journal of Health Review, v. 3, n. 4, p. 9649–9666.
VALENTE, J. (2014). A comunicação e a educação baseada no uso das tecnologias digitais de informação e comunicação. UNIFESO - Humanas e Sociais, v. 1, n. 01, p. 141–166.
VYGOTSKY, L. (1991). A formação social da mente. 4a ed. Curitiba: Martins Fontes.
VYGOTSKY, L. (2001). A construção do pensamento e da linguagem. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes.
"
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Ademar Guimarães Melo, Miriam Struchiner

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
The BRAJETS follows the policy for Open Access Journals, provides immediate and free access to its content, following the principle that making scientific knowledge freely available to the public supports a greater global exchange of knowledge and provides more international democratization of knowledge. Therefore, no fees apply, whether for submission, evaluation, publication, viewing or downloading of articles. In this sense, the authors who publish in this journal agree with the following terms: A) The authors retain the copyright and grant the journal the right to first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License (CC BY), allowing the sharing of the work with recognition of the authorship of the work and initial publication in this journal. B) Authors are authorized to distribute non-exclusively the version of the work published in this journal (eg, publish in the institutional and non-institutional repository, as well as a book chapter), with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal. C) Authors are encouraged to publish and distribute their work online (eg, online repositories or on their personal page), as well as to increase the impact and citation of the published work.
