Construção e validação de um produto educacional sobre o Transtorno do Espectro Autista no ambiente escolar
DOI:
https://doi.org/10.14571/brajets.v18.n3.1097-1108Palavras-chave:
Transtorno do Espectro Autista, Famílias, Professores, Escola, InclusãoResumo
O presente estudo teve como objetivo descrever um relato de experiência sobre a construção e a validação da história infantil, intitulada “AceiTEA diferença”. A história é uma narrativa do cotidiano escolar que apresenta as características do transtorno do espectro autista. Para a construção do material foi utilizado o Método CTM3. O processo de validação foi feito por meio da análise de três juízes especialistas em uma Sessão Aberta de Validação de Produtos Educacionais. Após a sessão de validação os ajustes sugeridos pelos avaliadores foram realizados. Acredita-se que a história possa instruir pais e professores a buscar soluções e adaptações para que o aluno autista consiga participar ativamente das atividades escolares.
Referências
Agripino-Ramos, C. S., Lemos, E. L. de M. D., & Salomão, N. M. R. (2019). Vivências Escolares e Transtorno do Espectro Autista: o que dizem as crianças? Revista Brasileira de Educação Especial, 25(3), 453-468. https://doi.org/10.1590/s1413-65382519000300007 DOI: https://doi.org/10.1590/s1413-65382519000300007
American Psychiatric Association. (2023). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. Artmed.
Araujo, A. G. R., Silva, M. A. da., & Zanon, R. B. (2023). Autismo, Neurodiversidade e estigma: perspectivas políticas e de inclusão. Psicologia Escolar e Educacional, 27, e247367. https://doi.org/10.1590/2175-35392023-247367 DOI: https://doi.org/10.1590/2175-35392023-247367-t
Araújo, G. H. T. da S., & Rosa, C. T. W. (2023). O que o professor precisa saber sobre o TEA. Passo Fundo: EDIUPF. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/741229
Ascencio, L. R. L. de O. (2022). Blog No tom do TEA. Universidade Estadual do Paraná, Curitiba. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/740049
Bertoldo, A., Calheiros, D., & Silva, B. (2024). Indicadores de Saúde e a pessoa com deficiência. UNCISAL, Alagoas. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/742539
Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Promulgada em 5 de outubro de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Brasil. (1996). Lei nº 9.394. (20 de dezembro de 1996). Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 de dezembro. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
Brasil. (2012). Lei nº 12.764. (27 de dezembro de 2012). Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 de dezembro. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm
Brasil. (2015). Lei nº 13.146. (06 de julho de 2015). Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm
Brondani, J. P., & Pedro, E. N. R. (2013). A história infantil como recurso na compreensão do processo saúde-doença pela criança com HIV. Revista Gaúcha de Enfermagem, 34(1), 14-21. https://doi.org/10.1590/S1983-14472013000100002 DOI: https://doi.org/10.1590/S1983-14472013000100002
Chaves, M., Correa, V da S. S., Machado, V. R. B. F., & Silva, A. A. da . (2014). Aprendizagem e desenvolvimento: uma perspectiva pedagógica e psicopedagógica com literatura infantil. Revista Psicopedagogia, 31(95), 152-157. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S0103-84862014000200008&script=sci_abstract
Cruz, L. S., & Santos, A. R. dos. (2021). Vamos conhecer um pouco mais sobre o Transtorno do Espectro Autista?(HQ Informativa). UNESP, São Paulo. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/700293
Ferreira, J. de S., Seixas, N. S. dos A., & Couto, D. C. C. (2024). APP NorTEAr. UFPA, Pará. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/744340
Ministério da Educação. (2009). Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional especializado na Educação Básica, modalidade Educação especial. http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf
Ministério da Saúde. (2014). Diretrizes de Atenção à Reabilitação da pessoa com transtornos do espectro do autismo. Brasília, DF. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_reabilitacao_pessoa_autismo.pdf
Monteiro, S. M. F. (2023). Diferentes olhares sobre a inclusão de crianças com transtorno do espectro do autismo em escola regular. Cadernos da FUCAMP, 22(59). https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/cadernos/article/view/3232
Pereira, G. T. M. (2019). Incluir autismo. Instituto Federal de Goiás, Anápolis. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/553046
Ramalhais, T. F. (Org.). (2024). Compreendendo o Autismo. Formiga-MG: Editora Union. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/744198
Santos, A. A. dos, & Warren, E. M. C. (2020). Método CTM3 como Dispositivo de Ensino, Aprendizagem e Comunicação em Produtos Educacionais. Educação em saúde: trabalhando com produtos educacionais. Maceió: Editora Hawking, 2-29. https://www.editorahawking.com.br/_files/ugd/8cc331_33f28f1c27114b74b6a6b3e1fa11d070.pdf
Santos, C. A. da S. (2017). Blog TEA...ando com amor e traçando conhecimento. Universidade Metropolitana de Santos, Santos. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/205167
Santos, N., Bandini, C., & Alves, A. (2021). Vídeo educativo para a estimulação da comunicação de crianças com autismo em ambiente diário. UNCISAL, Alagoas. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/601983
Silva, M. C. F., Santos, A. A., Calheiros, D. dos S., & Ferreira, A. C. R. G. (2023). Direitos da Pessoa com Deficiência. UNCISAL, Alagoas. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/739007
Silva, R. L. (2024). Ver o autismo. UFPA, Pará. https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/744314
Weissheimer, G., Santana, J. M., Ruthes, V. B. T. N. M., & Mazza, V. de A. (2020). Informações necessárias às famílias de crianças com transtorno do espectro autista: uma revisão integrativa. Aquichan, 20(2). https://aquichan.unisabana.edu.co/index.php/aquichan/article/view/13377/6045
Weissheimer, G. (2021). Suporte informacional às famílias de crianças com autismo: validação de conteúdo. [Tese de Doutorado, Universidade Federal do Paraná]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPR. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/71796
Weissheimer, G., Mazza, V. de A., Freitas, C. A. S. L., & Silva, S. R. da. (2021). Apoio Informativo para famílias de crianças com transtorno de espectro autista. Revista Gaúcha de Enfermagem, 42. https://doi.org/10.1590/1983-1447.2021.20200076 DOI: https://doi.org/10.1590/1983-1447.2021.20200076
Weissheimer-Kaufmann, G., Mazza, V. de A., Ruthes, V. B. T. N. M, & Oliveira, L. F. de. (2022). Validação de Informações para construção de cartilha interativa para famílias de crianças com autismo. Cogitare Enfermagem, 27. https://doi.org/10.5380/ce.v27i0.83876 DOI: https://doi.org/10.5380/ce.v27i0.83876
Weizenmann, L. S., Pezzi, F. A. S., & Zanon, R. B. (2020). Inclusão escolar e autismo: sentimentos e práticas docentes. Psicologia Escolar e Educacional, 24. https://doi.org/10.1590/2175-35392020217841 DOI: https://doi.org/10.1590/2175-35392020217841
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Érika Vanessa de Oliveira Silva, Heloisa Helena Motta Bandini, Carmen Silvia Motta Bandini, Beatriz Pereira Alves

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License. A revista segue a política para Periódicos de Acesso Livre, oferecendo acesso livre, imediato e gratuito ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona mais democratização internacional do conhecimento. Por isso, não se aplica taxas, sejam elas para submissão, avaliação, publicação, visualização ou downloads dos artigos. Além disso, a revista segue a licença Creative Common (CC BY) permitindo qualquer divulgação do artigo, desde que sejam referenciados o artigo original. Neste sentido, os autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: A) Os autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC BY), permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista. B) Autores têm autorização para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional e não institucional, bem como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista. C) Autores sãoo estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: repositórios online ou na sua página pessoal), bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
